Governo lança campanha contra a dengue nas escolas para mobilizar 25 milhões de estudantes
SAÚDE

Governo lança campanha contra a dengue nas escolas para mobilizar 25 milhões de estudantes

Ao longo dos próximos cinco meses, mais de 100 mil colégios públicos em todo o país vão realizar atividades lúdicas para sensibilizar e engajar crianças, adolescentes e jovens na prevenção à doença

O lançamento da campanha ocorreu na Escola Classe Juscelino Kubitschek, na região do Sol Nascente, na capital federal. A capital federal tem o maior número de casos por 100 mil habitantes do país. A região escolhida está entre as que apresentam o maior número de registros. No início do mês, o Ministério da Saúde iniciou, também pela capital federal, a estratégia de vacinação em crianças de 10 a 11 anos.

“Não pode deixar a água parada, nem a caixa d’ água aberta, precisa virar as garrafas e várias outras coisas. A gente tem que também tomar cuidado e sempre ficar passando repelente”

Kalliny Lalu, de 9 anos

Se os cuidados de prevenção caíssem em uma prova, a estudante Kalliny Lalu, de 9 anos, tiraria nota dez. “Não pode deixar a água parada, nem a caixa d’ água aberta, precisa virar as garrafas e várias outras coisas. A gente tem que também tomar cuidado e sempre ficar passando repelente”, ensinou a estudante.
A estudante Letícia Raquel, de 10 anos, já tomou a vacina e mandou recado para as demais crianças da mesma faixa etária. “É muito tranquilo, não dói nada e é super de boa. As pessoas que dão a vacina são muito carinhosas”, relatou.
VACINAÇÃO – Durante o evento na Escola Classe Juscelino Kubitschek, as crianças também foram vacinadas contra a dengue e demais imunizantes do calendário para reforçar a importância da aplicação de todos os imunizantes recomendados. As crianças pertencem ao grupo que registra alto índice de hospitalização em razão da dengue. A ministra Nísia Trindade reforçou o convite para pais e responsáveis atualizarem a caderneta de vacinação. “Não é só a dengue, são muitas doenças que as vacinas evitam.”
O medo da agulha não impediu Wesley Júnior, de 10 anos, de se imunizar. “Eu vou falar que também tenho medo, mas, se eu não olhar, consigo. Você fica com medo, mas é uma boa causa, para você não ficar doente e nem sentir dores”, orientou o jovem.
O evento contou também com a presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que agradeceu a integração dos esforços do Governo Federal com os governos estaduais. “Isso é importante, nos dá força de trabalho. Sem a participação dos ministérios e do Governo Federal, ficaríamos mais fracos”, disse o governador.
SAÚDE NA ESCOLA – Resultado de parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde, o Saúde na Escola é voltado a crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública para promover saúde e educação integral no ambiente educacional. É uma estratégia para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas, que busca também reduzir a evasão escolar e a intermitência de frequência por problemas de saúde e reforçar compromissos e pactos estabelecidos.
Em 2023, o Governo Federal ampliou políticas que não foram abordadas pela gestão anterior, retomando temáticas como prevenção de violências e acidentes, promoção da cultura de paz e direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva, além de prevenção de HIV e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) nas escolas. O Ministério da Saúde destinou mais de R$ 90 milhões para os municípios que aderiram ao PSE. O ciclo 2023-2024 alcançou recorde histórico de adesões, com 99% das cidades brasileiras habilitadas ao recebimento do recurso.

NOTA DEZ – O lançamento da campanha ocorreu na Escola Classe Juscelino Kubitschek, na região do Sol Nascente, na capital federal. A capital federal tem o maior número de casos por 100 mil habitantes do país. A região escolhida está entre as que apresentam o maior número de registros. No início do mês, o Ministério da Saúde iniciou, também pela capital federal, a estratégia de vacinação em crianças de 10 a 11 anos.

“Não pode deixar a água parada, nem a caixa d’ água aberta, precisa virar as garrafas e várias outras coisas. A gente tem que também tomar cuidado e sempre ficar passando repelente”

Kalliny Lalu, de 9 anos
Se os cuidados de prevenção caíssem em uma prova, a estudante Kalliny Lalu, de 9 anos, tiraria nota dez. “Não pode deixar a água parada, nem a caixa d’ água aberta, precisa virar as garrafas e várias outras coisas. A gente tem que também tomar cuidado e sempre ficar passando repelente”, ensinou a estudante.

A estudante Letícia Raquel, de 10 anos, já tomou a vacina e mandou recado para as demais crianças da mesma faixa etária. “É muito tranquilo, não dói nada e é super de boa. As pessoas que dão a vacina são muito carinhosas”, relatou.

VACINAÇÃO – Durante o evento na Escola Classe Juscelino Kubitschek, as crianças também foram vacinadas contra a dengue e demais imunizantes do calendário para reforçar a importância da aplicação de todos os imunizantes recomendados. As crianças pertencem ao grupo que registra alto índice de hospitalização em razão da dengue. A ministra Nísia Trindade reforçou o convite para pais e responsáveis atualizarem a caderneta de vacinação. “Não é só a dengue, são muitas doenças que as vacinas evitam.”

O medo da agulha não impediu Wesley Júnior, de 10 anos, de se imunizar. “Eu vou falar que também tenho medo, mas, se eu não olhar, consigo. Você fica com medo, mas é uma boa causa, para você não ficar doente e nem sentir dores”, orientou o jovem.

O evento contou também com a presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que agradeceu a integração dos esforços do Governo Federal com os governos estaduais. “Isso é importante, nos dá força de trabalho. Sem a participação dos ministérios e do Governo Federal, ficaríamos mais fracos”, disse o governador.

SAÚDE NA ESCOLA – Resultado de parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde, o Saúde na Escola é voltado a crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública para promover saúde e educação integral no ambiente educacional. É uma estratégia para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas, que busca também reduzir a evasão escolar e a intermitência de frequência por problemas de saúde e reforçar compromissos e pactos estabelecidos.

Em 2023, o Governo Federal ampliou políticas que não foram abordadas pela gestão anterior, retomando temáticas como prevenção de violências e acidentes, promoção da cultura de paz e direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva, além de prevenção de HIV e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) nas escolas. O Ministério da Saúde destinou mais de R$ 90 milhões para os municípios que aderiram ao PSE. O ciclo 2023-2024 alcançou recorde histórico de adesões, com 99% das cidades brasileiras habilitadas ao recebimento do recurso.

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