Namoro entre Progressistas e Republicanos vira noivado, o tom da campanha de Pazolini e a divisão PT e PSB
ESPÍRITO SANTOPOLÍTICA

Namoro entre Progressistas e Republicanos vira noivado, o tom da campanha de Pazolini e a divisão PT e PSB

A reunião municipal do Progressistas em Vitória, realizada na Câmara da Capital, na noite dessa quinta-feira (7), demonstrou que o entendimento entre o partido e o Republicanos passou da categoria de “namoro” para “noivado”. Assim sendo, faltam apenas detalhes para o firmamento da aliança em prol da reeleição do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos).
Pazolini, o coordenador da bancada federal capixaba, deputado federal Da Vitória (Progressistas), e o presidente estadual do Republicanos, Erick Musso, foram algumas das autoridades presentes.

Um dos mais empolgados acerca do assunto foi o vereador Anderson Goggi (Progressistas). Como um cupido, reverberou: “Esse namoro, para mim, já virou casamento. Só falta colocar aliança no dedo e assinar o papel. Mas vamos seguir o calendário eleitoral”.
O presidente estadual do Progressistas, Da Vitória (Progressistas), fez uma análise diplomática. Afirmou que há um “gesto de proximidade, porque nem tudo é ocupar cadeira”. Lembrando que o nome de Edu Henning, apesar de não ser dos quadros da sigla, foi aprovado pela legenda.
E ele prosseguiu. “As decisões do prefeito permitiram hoje ter R$ 2 bilhões em obras na cidade. Isso é um orgulho e temos certeza que estamos no caminho certo”. Da Vitória explicou que os partidos (Progressistas e Republicanos) vão estar juntos em muitas cidades capixabas. “A gente tem a vontade de ter uma identidade com a cidade de Vitória. E todos os filiados vão tomar a decisão com o partido”, explicou o presidente estadual.
Erick Musso elogiou Da Vitória. “Não é só um deputado federal. É o coordenador da nossa bancada. Se o Hospital Geral de Cariacica está saindo, tem os 10 dedos da bancada. Se o Contorno do Mestre Alvaro está aí, tem o trabalho da bancada”. E deu o indicativo de que a dobradinha dos partidos está próxima.
“Nós e o PP estamos em namoro. O casamento é na hora certa que a legislação permitir”, disse Erick, que logo foi questionado por Goggi se a aliança já poderia ser comprada. O ex-presidente da Assembleia Legislativa, então, respondeu.
“A união das siglas começa com muitos ingredientes da política que têm se perdido: palavra, transparência, colocar as coisas em pratos limpos. E é isso que nós e o Progressistas temos feito desde o ano passado. Já quero agradecer, em nome do Republicanos, a parceria do Progressistas em Vitória. Ainda temos passos para dar. O Republicanos e o PP devem ter parcerias em vários municípios, talvez metade ou mais da metade. Mas nossas bases deverão ser fincadas a partir do município de Vitória”, afirmou ele, que emendou com uma sentença que já se conecta a 2026.
“É um primeiro passo de muitos que iremos dar em uma longa caminhada”.
Tom da campanha
A campanha de Lorenzo Pazolini, a partir das falas do prefeito e de Erick Musso, deve mirar nortes como investimentos, amar a cidade e combate à corrupção – esta última ressaltando o histórico de delegado do chefe do Executivo municipal e sendo uma alfinetada explícita ao histórico de denúncias relacionadas ao PT.
Pazolini ressaltou que o Progressistas forte é sinônimo de Vitória e Espírito Santo fortes. Frisou, a todo momento, o amor pelo município, que a cidade está sendo protagonista. “Saiu da página de corrupção para investimentos. Ou era tragédia ambiental ou era violência”, avaliou o prefeito.
Já Erick Musso foi mais contundente. “Eleição será marcada por grandes debates que vão colocar Vitória no lugar que ela sempre mereceu estar. Mas que só chegou a esse patamar após esse jovem, promissor, combativo e honesto, que tem a defesa intransigente no combate à corrupção. Não vende, não negocia seus valores, porque tem princípios éticos e profissionais da sua vida. Quando sentou na cadeira de prefeito, colocou aquilo que a gente via na TV quando delegado de polícia”.
A reunião municipal do Progressistas em Vitória, realizada na Câmara da Capital, na noite dessa quinta-feira (7), demonstrou que o entendimento entre o partido e o Republicanos passou da categoria de “namoro” para “noivado”. Assim sendo, faltam apenas detalhes para o firmamento da aliança em prol da reeleição do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos).
Pazolini, o coordenador da bancada federal capixaba, deputado federal Da Vitória (Progressistas), e o presidente estadual do Republicanos, Erick Musso, foram algumas das autoridades presentes.

Um dos mais empolgados acerca do assunto foi o vereador Anderson Goggi (Progressistas). Como um cupido, reverberou: “Esse namoro, para mim, já virou casamento. Só falta colocar aliança no dedo e assinar o papel. Mas vamos seguir o calendário eleitoral”.
O presidente estadual do Progressistas, Da Vitória (Progressistas), fez uma análise diplomática. Afirmou que há um “gesto de proximidade, porque nem tudo é ocupar cadeira”. Lembrando que o nome de Edu Henning, apesar de não ser dos quadros da sigla, foi aprovado pela legenda.

E ele prosseguiu. “As decisões do prefeito permitiram hoje ter R$ 2 bilhões em obras na cidade. Isso é um orgulho e temos certeza que estamos no caminho certo”. Da Vitória explicou que os partidos (Progressistas e Republicanos) vão estar juntos em muitas cidades capixabas. “A gente tem a vontade de ter uma identidade com a cidade de Vitória. E todos os filiados vão tomar a decisão com o partido”, explicou o presidente estadual.
Erick Musso elogiou Da Vitória. “Não é só um deputado federal. É o coordenador da nossa bancada. Se o Hospital Geral de Cariacica está saindo, tem os 10 dedos da bancada. Se o Contorno do Mestre Alvaro está aí, tem o trabalho da bancada”. E deu o indicativo de que a dobradinha dos partidos está próxima.
“Nós e o PP estamos em namoro. O casamento é na hora certa que a legislação permitir”, disse Erick, que logo foi questionado por Goggi se a aliança já poderia ser comprada. O ex-presidente da Assembleia Legislativa, então, respondeu.
“A união das siglas começa com muitos ingredientes da política que têm se perdido: palavra, transparência, colocar as coisas em pratos limpos. E é isso que nós e o Progressistas temos feito desde o ano passado. Já quero agradecer, em nome do Republicanos, a parceria do Progressistas em Vitória. Ainda temos passos para dar. O Republicanos e o PP devem ter parcerias em vários municípios, talvez metade ou mais da metade. Mas nossas bases deverão ser fincadas a partir do município de Vitória”, afirmou ele, que emendou com uma sentença que já se conecta a 2026.
“É um primeiro passo de muitos que iremos dar em uma longa caminhada”.
Tom da campanha
A campanha de Lorenzo Pazolini, a partir das falas do prefeito e de Erick Musso, deve mirar nortes como investimentos, amar a cidade e combate à corrupção – esta última ressaltando o histórico de delegado do chefe do Executivo municipal e sendo uma alfinetada explícita ao histórico de denúncias relacionadas ao PT.
Pazolini ressaltou que o Progressistas forte é sinônimo de Vitória e Espírito Santo fortes. Frisou, a todo momento, o amor pelo município, que a cidade está sendo protagonista. “Saiu da página de corrupção para investimentos. Ou era tragédia ambiental ou era violência”, avaliou o prefeito.
Já Erick Musso foi mais contundente. “Eleição será marcada por grandes debates que vão colocar Vitória no lugar que ela sempre mereceu estar. Mas que só chegou a esse patamar após esse jovem, promissor, combativo e honesto, que tem a defesa intransigente no combate à corrupção. Não vende, não negocia seus valores, porque tem princípios éticos e profissionais da sua vida. Quando sentou na cadeira de prefeito, colocou aquilo que a gente via na TV quando delegado de polícia”.
A campanha já começou.

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Coser no front

O deputado estadual João Coser (PT) começou a fazer vídeos a respeito de sua trajetória na cidade de Vitória. Já falou sobre o projeto do metrô de superfície e sobre a segurança, havendo uma alfinetada elegante à atual gestão de Pazolini. “É preciso deixar a soberba de lado e entender que ninguém faz nada sozinho. Proteger vidas deve estar acima de qualquer vaidade”. Captamos vossa mensagem, excelência.

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Divisão PT e PSB I

Reportagem desta semana do Estadão aborda a divisão de entendimentos do PT e do PSB pelo País na disputa por prefeituras. Vitória é um exemplo. “O governador Renato Casagrande (PSB-ES) lançou o ex-secretário e deputado estadual Tyago Hoffmann (PSB-ES) como pré-candidato, enquanto o nome do PT é o ex-prefeito e também deputado estadual João Coser. O acordo entre os partidos da base de Casagrande, que incluiu PSD, PDT e PSDB, que também deve ter candidato, é que eles se unirão em torno de quem for para o segundo turno”.

Divisão PT e PSB II

A reportagem prossegue: “É uma questão de estratégia eleitoral”, afirma o governador. “Como é uma eleição a ser decidida no segundo turno, é bom que nós tenhamos mais de uma candidatura”, continuou Casagrande. O acordo foi confirmado por Coser. “Ter o PSB seria muito importante já no primeiro turno, mas preciso respeitar o desejo do partido”, declarou o petista”.

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Temporada de pesquisas

Pré-campanhas já estão em ritmos frenéticos de qualitativas. Um grande escritório de marketing político promoveu uma nesta semana.

Hudson, o matemático

O deputado estadual Hudson Leal (Republicanos) está sendo o responsável por montar chapas de vereador para o partido Agir. Os cortejados relatam que sua matemática de votos é bastante convincente.

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À espera do MPES I

Passada a eleição para conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES), o pleito do Ministério Público Estadual, para procurador-geral de Justiça, ganha mais holofotes. A lista tríplice será definida pelos membros e membras no próximo dia 22, ou seja, daqui a duas semanas.

À espera do MPES II

Dizem que há possibilidades de surpresas nas campanhas nesse sprint final no Ministério Público.

À espera do MPES III

Lembrando que os candidatos ao cargo de procurador-geral de Justiça são: Danilo Raposo Lírio, Francisco Martínez Berdeal, Josemar Moreira, Marcello Queiroz, Maria Clara Mendonça Perim e Pedro Ivo de Sousa.

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Biografia de Do Val

Coluna Radar, da revista Veja, descreveu situação muito peculiar envolvendo o senador Marcos Do Val (Podemos). “Marcos do Val distribuiu a senadores um livro sobre feitos do mandato. A obra de 302 páginas destaca o pedido de impeachment de Gilmar Mendes e exibe fotos do senador com generais Walter Braga Netto e Paulo Sérgio, ambos investigados na trama golpista”

Bíblia na mão

O deputado estadual Capitão Assumção (PL), que teve sua soltura realizada na noite dessa quinta-feira (7), saiu do presídio do Quartel do Comando-Geral da Polícia Militar segurando uma Bíblia. “Deus é bom. Glória a Jesus”, afirmou ele, que logo foi respondido por Lucas Polese (PL), que o aguardava. “Não existe inimigo para um homem temente a Deus”.

Alguém tem dúvidas?

O ex-secretário de Estado da Segurança Pública coronel Alexandre Ramalho está cada vez mais próximo do PL. Ele compartilhou vídeo do senador Magno Malta (PL) sobre a soltura do Capitão Assumção (PL). É questão de tempo a confirmação da filiação.

Os presentes
Durante evento de filiação do ex-deputado estadual Sergio Majeski ao PDT, estiveram presentes o presidente estadual da sigla, Weverson Meireles, o prefeito da Serra, Sergio Vidigal (PDT), e Marcos Delmaestro, presidente do Progressistas em Vitória. Majeski se filiou ao PDT para a disputa da Prefeitura da Capital.

Fonte: Hoje

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