Ufes: professores liberam portões após 3 dias de greve, mas alunos fazem novo bloqueio
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Ufes: professores liberam portões após 3 dias de greve, mas alunos fazem novo bloqueio

A paralisação, dessa vez, não foi organizada pelos docentes, que confirmaram a liberação dos portões após a notificação extrajudicial pela
Ufes”A Associação dos Docentes da Ufes (Adufes) recebeu na tarde desta quarta-feira, 17, uma notificação extrajudicial do Gabinete da Reitoria da Ufes para a desocupação dos portões de acesso à Universidade. O compromisso feito pelo reitor Eustáquio de Castro na segunda-feira, 15 de abril, quando os portões já estavam ocupados, era de não judicializar a greve, mas o teor do documento enviado, repleto de argumentos jurídicos, é o passo que antecede a ação judicial. Diante dessa intimidação ameaçadora e criminalizante, a plenária deliberou pela abertura do Portão Norte do campus de Goiabeiras e dos portões de pedestres”, informou.
No entanto, uma nova paralisação, dessa vez organizada pelos estudantes, bloqueia os portões do campus de Goiabeiras nesta manhã. 
campus;
4) Melhoria na iluminação do campus, garantindo um ambiente mais seguro para todos;
5) Implementação de cotas trans e unificação do sistema quanto ao nome social;
6) Aumento da assistência para estudantes com deficiência;
7) Criação de Comissão de Avaliação, sob responsabilidade da Secretaria de Inclusão e Acessibilidade (SIAC);
8) Ampliação de acessibilidade no RU para pessoas com deficiência e neuro divergentes;

9) Reabertura do RUzinho de Goiabeiras.

suas redes sociais deve ser mantido até sexta-feira, 19, desrespeita a Lei de Greve (Lei 7.783/89), que proíbe aos grevistas impedir o acesso ao trabalho, além do direito de ir e vir, assegurado pela Constituição Federal”, diz a nota da Ufes.

Em resposta, a Adufes informou sobre a liberação dos portões.

“A Associação dos Docentes da Ufes (Adufes) recebeu na tarde desta quarta-feira, 17, uma notificação extrajudicial do Gabinete da Reitoria da Ufes para a desocupação dos portões de acesso à Universidade. O compromisso feito pelo reitor Eustáquio de Castro na segunda-feira, 15 de abril, quando os portões já estavam ocupados, era de não judicializar a greve, mas o teor do documento enviado, repleto de argumentos jurídicos, é o passo que antecede a ação judicial. Diante dessa intimidação ameaçadora e criminalizante, a plenária deliberou pela abertura do Portão Norte do campus de Goiabeiras e dos portões de pedestres”, informou.

suas redes sociais deve ser mantido até sexta-feira, 19, desrespeita a Lei de Greve (Lei 7.783/89), que proíbe aos grevistas impedir o acesso ao trabalho, além do direito de ir e vir, assegurado pela Constituição Federal”, diz a nota da Ufes.

Em resposta, a Adufes informou sobre a liberação dos portões.

“A Associação dos Docentes da Ufes (Adufes) recebeu na tarde desta quarta-feira, 17, uma notificação extrajudicial do Gabinete da Reitoria da Ufes para a desocupação dos portões de acesso à Universidade. O compromisso feito pelo reitor Eustáquio de Castro na segunda-feira, 15 de abril, quando os portões já estavam ocupados, era de não judicializar a greve, mas o teor do documento enviado, repleto de argumentos jurídicos, é o passo que antecede a ação judicial. Diante dessa intimidação ameaçadora e criminalizante, a plenária deliberou pela abertura do Portão Norte do campus de Goiabeiras e dos portões de pedestres”, informou.

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