Lula defende educação contra o feminicídio: “Tem de levar para o currículo escolar”
No Sem Censura, presidente argumenta que a discussão tem de estar presente desde os bancos da escola e que é necessário um envolvimento direto dos homens no combate à violência contra mulheres
Tem que ter uma combinação de leis, de ação do Executivo e do Judiciário. Tem que ter punição severa. Então, é preciso a gente cuidar com muito carinho. Mas tem que levar para o currículo escolar
Luiz Inácio Lula da Silva
“Tem que ter uma combinação de leis, de ação do Executivo e do Judiciário. Tem que ter punição severa. A gente tem que dar efetivamente garantia, porque tem mulher que está com medida protetiva na mão e é assassinada. Então, é preciso a gente cuidar com muito carinho. Mas tem que levar para o currículo escolar”, afirmou Lula.
O presidente defendeu que o debate seja levado às escolas, igrejas, sindicatos, ao Congresso e às empresas. “O menino tem que aprender na escola, desde pequeno, que ele não é melhor do que a mulher, que não é superior, que tem que ser igual e aprender a respeitar”, disse. “É preciso mudar o nosso comportamento como homem”, completou.
Lula comentou os atos que assinou na quarta-feira (20), durante a cerimônia de 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. São projetos de lei e decretos voltados à ampliação da proteção das mulheres, ao fortalecimento dos mecanismos de responsabilização de agressores e ao reforço da segurança digital no Brasil.
O presidente lembrou que a iniciativa nasceu após episódios de violência contra mulheres ganharem destaque no noticiário. “Eu assumi essa luta em defesa da mulher porque não é uma questão da mulher, é uma questão do homem. Aí resolvemos fazer o pacto com o Poder Judiciário, com o Senado e com a Câmara”, relatou.
Desde o lançamento do Pacto, já foram aprovadas 11 leis, feitos quatro decretos e tomadas 24 decisões no âmbito do Executivo. “Nesses 100 dias, pode ter certeza, nós já fizemos mais do que em todos os 100 anos para trás”, enfatizou Lula. No período, mais de 6,3 mil prisões foram realizadas em mutirão nacional coordenado pelo Ministério da Justiça nas Operações Mulher Segura e Alerta Lilás.
Convidado desta sexta-feira, 22 de maio, do programa Sem Censura, da TV Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o enfrentamento ao feminicídio deve combinar a atuação dos Três Poderes e a educação desde a infância sobre essa questão. Na entrevista, Lula pediu que os homens se envolvam de forma direta e constante no combate à violência contra mulheres.
Tem que ter uma combinação de leis, de ação do Executivo e do Judiciário. Tem que ter punição severa. Então, é preciso a gente cuidar com muito carinho. Mas tem que levar para o currículo escolar
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República
“Tem que ter uma combinação de leis, de ação do Executivo e do Judiciário. Tem que ter punição severa. A gente tem que dar efetivamente garantia, porque tem mulher que está com medida protetiva na mão e é assassinada. Então, é preciso a gente cuidar com muito carinho. Mas tem que levar para o currículo escolar”, afirmou Lula.
O presidente defendeu que o debate seja levado às escolas, igrejas, sindicatos, ao Congresso e às empresas. “O menino tem que aprender na escola, desde pequeno, que ele não é melhor do que a mulher, que não é superior, que tem que ser igual e aprender a respeitar”, disse. “É preciso mudar o nosso comportamento como homem”, completou.
Lula comentou os atos que assinou na quarta-feira (20), durante a cerimônia de 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. São projetos de lei e decretos voltados à ampliação da proteção das mulheres, ao fortalecimento dos mecanismos de responsabilização de agressores e ao reforço da segurança digital no Brasil.
O presidente lembrou que a iniciativa nasceu após episódios de violência contra mulheres ganharem destaque no noticiário. “Eu assumi essa luta em defesa da mulher porque não é uma questão da mulher, é uma questão do homem. Aí resolvemos fazer o pacto com o Poder Judiciário, com o Senado e com a Câmara”, relatou.
Desde o lançamento do Pacto, já foram aprovadas 11 leis, feitos quatro decretos e tomadas 24 decisões no âmbito do Executivo. “Nesses 100 dias, pode ter certeza, nós já fizemos mais do que em todos os 100 anos para trás”, enfatizou Lula. No período, mais de 6,3 mil prisões foram realizadas em mutirão nacional coordenado pelo Ministério da Justiça nas Operações Mulher Segura e Alerta Lilás.




















